domingo, 14 de agosto de 2011

Tô de saco cheio de cobranças, meios, inteiros fracassos, palavras "malditas", interesses "des"umanos e pouco ritmo. Esse feriado descobrir o doce amargo de hábitos que a muito tempo não faziam parte da minha rotina e descobri o veneno que criamos contra a gente mesmo. Sair só, viajar, nem que seja na maionese, pegar o carro sem destino e parar em um lugar lindo e conhecer pessoas incríveis, se apaixonar por uma dia por uma pessoa,  desejar ter tempo de não pensar em nada e contemplar a paisagem, ficar namorando a noite e seus "luares", devanear em pensamentos que insistem em ficar na memória e sentir saudade até do que não vivi, pedalar, dormir, dormir muito, malhar, criar, ter uma ideia e se dar mal por dizê-la a alguém... estou com incertezas certas de um futuro passado ou vice-versa. Quero mais do mundo e não sei o que ele espera de mim. Bem que o Miro( doce querido) já dizia que perdoar é uma tarefa difícil mas que todo homem dever-se-iam experimentar. O que é pior não sei: perdoar e ficar pensando, perdoar e correr atrás, perdoar e azar para as línguas alheias( isso inclui a sua tb), perdoar e perdoar, perdoar ou perdoar... Já vi que agora é perdoar o que eu fiz mesmo pra depois continuar a seguir com mais cautela e não menos sintente. Tenho muito sentimento pra dividir somente com meus órgão de sentir; percepção é tudo mas a sensação é só minha. Como anda perturbando,viu? Até quando resisto aos meus instintos não sei; porém afeta-me de tal maneira a perpassar pela minha mente a chance de... deixa pra lá, isso é forte. Bem, semana "in"tranquila, gostosa e cheia de descobertas. Sou melhor que isso. Amar e formar dói, né João Jiló?

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