Feriado é tudo igual: estrada cheia, muita motivação, paciência e todos viajando felizes da vida. O que transforma o feriado em algo frustrante é a volta. Domingo ao voltar de Itabirito-MG senti isso a pele. Motoristas ultrapassando erradamente, excesso de velocidade, imprudência à vista. O pior: uma chuva torrencial, que logo parei no primeiro posto que vi, tomei um café, comi um pão de queijo e esperei. Quando deu segui em frente. Cheguei em casa estressada. Nem durou a felicidade do feriado em um lugar maravilhoso daqueles, vejam... daí fiquei pensando em cidade grande. Cosmopolita. Capitalista. Cartel. Mercado. Concorrência. Ganancia. Oportunidades desiguais a iguais. Enfim, viajei nesses termos. O que vi é uma efêmera paz que sinto longe disso tudo e que infelizmente faz tão parte de mim... gosto de Belo Horizonte, mas acho a vida acelerada demais.