terça-feira, 3 de setembro de 2013

Ubiquidade no amor



O corpo calou-se ainda há lugar...
Se o amor é breve apenas alguns vejam.
A pedra que lança acertou apenas a ilusão
Digo lhe dos prazeres universais
Saiba que são efêmeros, muitos até iguais.

O caminhar é longo e dividido,
O bem-estar ao lado da comunhão.
O dia-a-dia é o vulcão, uma erupção a dois
 A criatividade da mente fazem a questão, tem alguma opinião?

Nossa guerra é de mão dupla,
O Vínculo é traduzido em direitos e deveres,
O purificado não possui antítese de sentimento
Isto de amor imaculado ora o contrário, dever-se ia ser revisado
Aqui é lacerado, lábil; acolá eternizado.

O sentido de dois depende da capacidade de luta
Espera-se pouca hostilidade.
Há relevância na prosperidade das relações humanas?
Para acabar do voo flamingo já se sabe, flamejou...
A garimpagem de corações alheios, também.
                                                                                                                        A.P

Só que hoje...


Existe algo...


Com humor vai?